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Diretor-Presidente da
Seicho-No-Ie do Brasil


Preletor Yoshio Mukai





Que é a verdadeira fé na atualidade



Olá, internauta.

 

Como deve ser encarada a religiosidade dos novos tempos?

 

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Pontuamos, a seguir, alguns itens que julgamos importantes.

 

Religião não é trocar culto ou fazer orações por benefícios – Religião não é apenas mera forma positivista para auferir resultados positivos. Fé não é uma espécie de “moeda” psicológica diante do balcão do invisível. Se Deus aceitasse sentimentos mercadores atenderia a todos os pedidos de milagres com um simples rito ou autopenitencia. Mas não é o caso.

 

Da mesma forma, o grau de satisfação material não deve ser a medida da fé. Ser um bom religioso em tempos de vacas gordas não testa nossa verdadeira fé. Mas, então, que é a fé verdadeira, na atualidade? Como é a prática correta da fé?

 

Deus “atende” seus filhos que reconhecem a filiação divina – Deus já nos deu tudo. Todos já somos filhos de Deus. É reconhecer isso que faz manifestar todas as bênçãos. Para tanto, é preciso apreender a totalidade de Deus. Ele não pode ser total nas vidas que O cultuam parcialmente, ou seja, só para obter benesses para si, materiais ou emocionais.

 

Qual a diferença entre eu falso e Eu Verdadeiro – O Eu Verdadeiro não pode ser modificado por alguma espécie de manipulação, física ou mental. Não vem de buscá-lo, mas de visualizá-lo. Nem o temos para um uso, ou mero conjunto bonito de ideias para expor por aí.

 

 

Deus não criou o sofrimento. Se o sentimos, é porque é fruto da crença do nosso eu falso. Visualizar o Eu Verdadeiro começa a libertar a mente das razões de sofrer.

 

Apreender o Eu Verdadeiro é o todo, é a superior alegria, êxtase não-sensorial. Modo de dizer, é o caminho até o cume já carregando a montanha. É aceitar com docilidade o amargo momentâneo, por ter consciência de que não foi criado por Deus. É agradecer à lei mental por trás dos ocorridos e que está purificando nossa mente. É a ilusão mental desfeita pelo que é verdadeiro – a Vida de Deus.

 

Para assimilarmos isso a ponto de transformar nosso destino, é preciso aprofundar a nossa conscientização de que somos o Eu Verdadeiro, e que o eu falso é apenas projeção mental que logo se desfaz pelo despertar de nossa natureza divina.

 

Fé na atualidade requer conscientização da natureza divina de filho de Deus – Ter fé não é a medida de quantas orações e costumes religiosos seguimos. É o despertar de nossa natureza divina de filhos de Deus. Enquanto as pessoas preferirem duvidar de muitas coisas falsas ao invés de acreditarem na única que realmente existe – Deus e o que Ele criou –, experimentarão os sofrimentos causados pelo eu falso.

 

Muito Obrigado.