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Missão Sagrada







RELATOS DE EXPERIÊNCIA



Meu nome é Oswaldo Garraffa Neto, estou na Seicho-No-Ie há vinte e um anos; como preletor, há dezesseis anos, e ainda continuo como preletor em grau Júnior. Sempre tive dificuldades na questão de angariar novos membros para a Missão Sagrada, pois tinha gravado na minha mente que era simplesmente um requisito para promoção de grau. Hoje estou como membro da Comissão Executiva Central (CEC) da Superintendência das Atividades dos Preletores da Seicho-No-Ie do Brasil.


No dia treze de junho de 2009 recebi um presente da Superintendência que era ministrar uma aula para os presidentes das Associações dos Preletores Regionais, no Seminário de Oferenda de Trabalho para Preletores, na Academia de Ibiúna. O tema era: Qual o objetivo do Preletor/Líder da Iluminação à frente do Movimento de Iluminação da Humanidade? E a resposta é “MISSÃO SAGRADA”.


Confesso que, quando comecei a estudar profundamente o assunto, senti-me envergonhado, pois descobri que a Missão Sagrada não é simplesmente um requisito para promoção de grau, mas, sim, o objetivo principal do trabalho de doutrinação do preletor e do líder da iluminação.


Abri a aula pedindo licença ao preletor Fernando Marques, pois naquele momento não estava falando como membro da CEC e sim como preletor regional e me coloquei na qualidade de preletor “retardado”. Não existe nada de pejorativo nesse termo, pois “retardado” é aquele que atrasa, que adia, que retarda. Mas estava saindo daquele treinamento com a convicção renovada e com a decisão de que nos próximos quinze anos do meu trabalho à frente do Movimento de Iluminação da Humanidade iria fazer a diferença (já está fazendo).


Compreendi o significado Espiritual do Surgimento da Seicho-No-Ie: “A humanidade encontra-se agora diante do perigo. Variadas formas de miséria avançam sobre a humanidade”. “Quero mostrar à humanidade como ser feliz, como se libertar das algemas da situação, como governar o destino, como dominar as doenças, como eliminar a causa da miséria, como superar os sofrimentos causados pelos problemas familiares etc.” (Publicado no 1º número da Revista Seicho-No-Ie, em 1º de março de 1930).


“Deus Criador do universo, vendo os sofrimentos da humanidade, manifestou como expediente Sua sagrada imagem e abriu as portas do amplo lar de misericórdia, o qual se chama Seicho-No-Ie. Sua finalidade é despertar todos os homens para a Verdade”.(Sutra Sagrada Louvor aos Apóstolos da Missão Sagrada).


“Para salvar o outro, torna-se imprescindível que se faça conhecer o justo caminho da vida”. “Orientar o maior número possível de pessoas, a fim de que se tornem elementos que tenham seus nomes registrados no Livro da Verdade”. (O que Deve Fazer o Dedicado a Iluminação, pp.66/67).


“É importante implantar no subconsciente das pessoas a convicção de estarem colaborando com o Movimento de Salvação da Humanidade e, portanto, de estarem vinculadas a Deus”. (TANIGUCHI. Masaharu – Do livro Kami hito ni katari tamou – Deus fala ao homem, “Shin-ten, shinchi no shinji”)


“Como tudo acontece no mundo mental, o relacionamento de benefícios dependerá do sentimento de pureza mental no momento de oferecer a contribuição”. (TANIGUCHI. Masaharu – Do livro Kami hito ni katari tamou – Deus fala ao homem, “Shin-ten, shinchi no shinji”).


“A Missão Sagrada é um órgão que se incumbiu de custear todas as atividades de divulgação do Pensamento Iluminador e do Movimento de Iluminação, que até recentemente estavam sob minha responsabilidade individual; os membros da Missão Sagrada são os encarregados de realizar as obras sagradas”. (TANIGUCHI. Masaharu - Jornal Seishimei – 1º de outubro de 1954).


“Se não for aumentado o número de membros da Missão Sagrada, a ampliação do Movimento de Iluminação não se tornará realidade” (TANIGUCHI. Masaharu – Jornal Seishimei – 1º de outubro de 1954).


“A Missão Sagrada é um órgão constituído por pessoas maravilhosas que, devotando o coração, dedicam-se à Salvação da Humanidade”.


Ao me conscientizar sobre essa Verdade, comecei a falar de peito aberto, sem nenhum preconceito, com as pessoas. E elas começaram a comprar a ideia e a se inscreverem conscientes, espontaneamente e felizes por terem a oportunidade de contribuírem com a Missão Sagrada. No dia 31/12/2009, eu já havia indicado trinta e três novos membros e até a primeira semana do mês de maio de 2010, mais de cento e trinta. Meu objetivo sagrado é indicar trinta novos membros por mês. Para isso, é preciso falar todos os dias, a todo instante, com as pessoas sobre a importância da Missão Sagrada. Não sou mais aquele preletor “retardado”. No mês de outubro prestarei exame para promoção de grau.


Hoje estou inscrito na Missão Sagrada como Benemérito Dízimo, pois o que estava “retardado” não era só o meu trabalho à frente do Movimento da Iluminação, mas a minha vida pessoal estava na mesma condição.


Trabalho com eventos realizando cerimoniais (casamentos, bodas, debutantes, colação de grau etc), estou comprometido com a Seicho-No-Ie, praticamente todos os finais de semana. Surpreendentemente comecei a fechar eventos nas quintas e sextas--feiras. Como vemos, conscientizando-nos sobre a importância da Missão Sagrada, nossa vida se revela satisfatoriamente.


Agradeço ao preletor Heitor Miyazaki, que me ajudou nessa compreensão, quando num treinamento na Sede Central sobre Missão Sagrada e Forma Humana, disse: “Como um cego pode guiar outro cego”? Nesse mesmo dia, no intervalo do almoço fui diretamente ao departamento de Missão Sagrada e mudei a minha categoria de Dizimista Especial (estava paralisado há muito tempo) para Benemérito e como já citei anteriormente, hoje estou como Benemérito Dízimo. Não tenho vínculo empregatício, nem uma renda fixa, mas estipulei um valor mínimo necessário para manter o meu orçamento doméstico e fixei dez por cento para contribuir com a Missão Sagrada. Como tudo se origina primeiro na nossa mente, nos últimos oito meses, quando tomei essa decisão, não me faltou trabalho e tenho recursos necessários para honrar meus compromissos.


Muito obrigado, Deus. Muito obrigado, mestre Masaharu Taniguchi, que nos concedeu essa oportunidade. Muito obrigado, à Superintendência dos Preletores e muito obrigado, a todos os colegas preletores. Sucesso! Um forte Abraço!


Oswaldo Garraffa Neto

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