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Missão Sagrada







RELATOS DE EXPERIÊNCIA



Meu nome é Nilza Juraci Moratti Duarte. Sou de Santa Bárbara D’Oeste – SP.


Conheci a Seicho-No-Ie em 1987. Eu estava completamente sem rumo. Na época, com 28 anos de idade, minha família estava desestruturada. Éramos uma família grande de oito irmãos e meus pais. Vivíamos numa situação de desarmonia e pobreza sem tamanho. Por isso, fui atraída por uma força maior a conhecer a Seicho-No-Ie. Eu tinha apenas uma vaga informação sobre a Filosofia, através de uma colega de trabalho, que também não a conhecia, somente tinha ouvido falar. Ela disse que gostaria de ir a uma reunião, pois tinha informação de que era um local onde se resolvia todos os problemas, e isso eu tinha de sobra. No entanto, ela acabou não indo e eu, certo dia, sozinha, tomei a decisão de ir conhecer a tal Filosofia.


Quando cheguei à reunião, que era em Americana – São Paulo, fui recebida com muito amor, todos me reverenciando. Na verdade, eu não entendia o porquê de tanto “muito obrigado”.


A palestra proferida neste dia falava sobre a Missão Sagrada. Não me lembro do nome do preletor, mas sei que a mensagem que ficou foi que, quem fizesse parte da Missão Sagrada, estaria protegido ininterruptamente, ou seja, 24 horas por dia e que eu poderia salvar minha família e prosperar.


Naquele momento, não tive dúvidas: coloquei toda a família na Missão Sagrada, e a mim como Membro Titular. Quando chegaram as carteirinhas, entreguei-as para cada um e disse para usá-las na carteira ou no bolso, pois, a partir de então, estavam sendo protegidos 24 horas por dia. Coloquei também os nomes dos falecidos da família como Santo da Missão Sagrada Espiritual. E eis que minha vida começou a ter um novo sentido, embora tenha passado ainda por muitos problemas, pois estava colhendo os frutos da minha mente negativa.


Por volta de 1991, meu irmão caçula, que estava noivo, prestes a se casar, sofreu um grande acidente de moto que até hoje não se lembra como foi. Foi encontrado caído numa estrada de terra, deserta, paralela a uma rodovia, num domingo por volta das 21h. Tudo indicava que esse acidente havia ocorrido antes das 20h.


Fomos avisados por um policial que, na hora, nos tranquilizou dizendo que não era nada grave, que ele estava sendo socorrido num hospital em Americana. Dirigimo-nos imediatamente ao hospital, a noiva dele, minha mãe e eu. Quando entramos, ele estava sendo conduzido do corredor para a sala de Raios X e, posteriormente, levaram-no para a UTI.


Quando vimos o rosto dele, ficamos perplexas. Ele estava com o rosto deformado! Havia perdido seis dentes, e a parte do lado esquerdo do rosto estava em carne viva, totalmente sem pele.


Fui falar com o médico neurologista da equipe que cuidava dele no momento, e ele disse para orarmos, pois o acidente era muito grave; meu irmão estava sem capacete e havia batido a cabeça. Era muito grande a chance de ficar com alguma sequela e também corria o risco de uma infecção pelo tempo que os ferimentos do rosto ficaram expostos, em contato com a terra suja. Disse que iria conduzi-lo à UTI e tudo dependia da reação dele nas próximas 72 horas, o que foi, para nós, uma eternidade.


Ficamos sem chão naquele momento. Eu me dirigi até a portaria do hospital para pegar seus pertences e providenciar a sua internação. Qual foi a minha surpresa, quando peguei a carteira dele! Caiu na minha mão a carteirinha da Missão Sagrada. Naquele momento senti um arrepio e tive a certeza de que ele havia sido protegido por estar na Missão Sagrada, recebendo oração e, portanto, não ficaria com nenhuma sequela.


As setenta e duas horas se passaram, e ele foi melhorando a cada dia. Em uma semana recebeu alta, sem nenhuma sequela e nenhuma infecção, o que foi uma grande surpresa para os médicos.


A sua recuperação em casa foi muito rápida; implantou os dentes, fez cirurgia no maxilar e se casou na época prevista. Hoje ele possui uma família maravilhosa e é pai de duas filhas lindas.


Agradeço a Deus e ao sagrado mestre Masaharu Taniguchi por este sublime Ensinamento, que nos faz compreender que nosso destino está em nossas mãos e só depende da nossa atitude mental. Muito obrigada.


Nilza Juraci Moratti Duarte

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