Exposição que marca o Centenário da Imigração Japonesa
montada na Sede Central da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

 

Foi inaugurada no dia 19 de junho de 2008 uma exposição alusiva aos 100 anos da imigração japonesa, montada nas dependências da Sede Central da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Denominado de Espaço Centenário, o ambiente está aberto ao público em geral, com entrada franca, e proporciona aos visitantes um fascinante passeio pelas culturas brasileira e japonesa. Logo na entrada passa-se pelo toori, um portal tipicamente japonês, e, então, dá-se de cara com preciosidades de valor histórico.

A Seicho-No-Ie estava presente na hora certa – Nas décadas de 30 e 40, período em que as colônias japonesas enfrentavam a perda de familiares para as epidemias, a dizimação dos sonhos de um ano inteiro pelas geadas, entre outras urgências da sobrevivência, os precursores da Seicho-No-Ie no Brasil, prof. Daijiro Matsuda e prof. Miyoshi Matsuda, cumpriram um papel fundamental para muitos imigrantes, levando conforto espiri- Exposição que marca o Centenário da Imigração Japonesa montada na Sede Central da SEICHO-NO-IE DO BRASIL atual e curas por meio do ensinamento “Homem, filho de Deus”. A mostra no Espaço Centenário resgata essa história, expondo itens como fotos dos pioneiros, a coleção A Verdade da Vida compilada em um só volume de cerca de 3.300 páginas, o primeiro exemplar que foi usado pelos irmãos Matsuda, além de relíquias de época que traduzem o espírito japonês, como um jogo de katana, espadas samurais, quimono, bonsai e a belíssima estátua da Deusa Kannon, a deusa da misericórdia.

– Certamente a Seicho- No-Ie é um dos mais exuberantes frutos da amizade entre Brasil e Japão. Todos que visitarem o Espaço Centenário sentirão que tudo ao redor traduz esse espírito de união – afirma o diretor da SEICHO-NOIE DO BRASIL preletor Ênio Maçaki Hara, responsável pela criação do espaço.

Inauguração em alto estilo – Mais de 300 participantes lotaram os corredores do térreo da Sede Central na noite de 19 de junho, uma quinta-feira. Na ocasião, a diretora-presidente da SEICHO-NO- IE DO BRASIL, profa Marie Murakami, fez uso da palavra, citando a importância da criação do Espaço Centenário.

O capricho dos adereços montados bem ao estilo nipônico, as apresentações de dança típica odori e duas músicas de karaokê interpretadas por Isamu Araki deixaram a impressão, no público presente, de que o outro lado do mundo é logo ali, que não há fronteiras nem alfândegas mais fortes do que um abraço, e que nenhuma diferença de cultura ou de língua é mais eloqüente do que o idioma do amor, aquele que aprendemos na doutrina da Seicho-No-Ie.

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