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20/06/2008
Câncer e infertilidade desaparecem mediante as práticas da Seicho-No-Ie


Quando Antônio e Sirlei Taufembach se casaram, há 22 anos, tudo o que desejavam, como qualquer casal, era formar uma família saudável e feliz. No entanto, ele estava com câncer no intestino e ela, por sua vez, era estéril.

Na época, a família e o futuro marido cercavam Sirlei de silêncios, a fim de protegê-la. Ela não sabia da enfermidade do marido nem conhecia a verdade acerca de sua impossibilidade de ter filhos, pois seus pais preferiram não lhe revelar o dolorido fato, aguardando um momento mais propício.

– Dias antes do casamento, meus pais chamaram o meu então noivo para uma conversa franca. Contaram a ele sobre minha infertilidade e que, se quisesse desistir de se casar comigo, tinha todo o direito. No entanto, ele respondeu que não ia deixar de me receber como esposa, pois seu amor era maior que qualquer adversidade – conta Sirlei.

A cura do câncer durante Meditação Shinsokan de Oração Mútua – Pouco tempo depois do casamento, Sirlei, o marido e os pais dele conheceram a Seicho-No-Ie através de uma Revista Acendedor, hoje Fonte de Luz, e, em seguida, decidiram participar de um Seminário de Treinamento Espiritual na Academia de Santa Tecla, no Rio Grande do Sul.

A esta altura, ela já sabia de toda a verdade sobre a doença que o marido enfrentava. Na academia, durante a Meditação Shinsokan de Oração Mútua, mergulhado na prática com fervor e sentindo, no fundo da alma, que se reconciliava com seu pai, o marido de Sirlei, Antônio, curou-se do câncer. A felicidade do casal só seria maior se eles pudessem ter filhos algum dia.

O impossível: Sirlei fica grávida de gêmeos, graças às práticas da Seicho-No-Ie – Depois de um ano praticando intensamente tudo o que aprendera na Seicho-No-Ie, Sirlei engravidou, para espanto absoluto dos médicos.

– No entanto, com quatro meses de gestação, tive um aborto espontâneo. Mas não desisti. Em vez de esmorecer, decidi participar de um seminário na Academia de Santa Tecla – lembra Sirlei.

Perder um feto põe marcas na alma de qualquer mãe, mas sobre ela pesava mais: o fato de que, conforme a medicina, precisaria de um segundo milagre.

Quarenta dias depois Sirlei engravidou novamente – Diante de Sirlei, o médico, mais uma vez estupefato ao constatar que realmente era uma segunda gravidez, afirmou que somente Deus poderia explicar aquilo.

– Ele me disse que perante a ciência não havia explicação, mas eu respondi a ele que milagres acontecem quando mudamos nossa mente – rememora Sirlei.

Veio ao mundo o menino Maikon, mas Sirlei e Antônio não pararam por aí. Em mais duas gravidezes tranqüilas (e desafiadoras para a lógica da ciência) vieram Henrique e Bruno.

O jeito foi fazer vasectomia – A família Taufembach não podia estar mais feliz: o quadro de infertilidade de Sirlei revertera-se a ponto de o casal achar necessário que o marido fizesse vasectomia, para evitar mais filhos. E foi isso que Antônio fez.

– No entanto, depois de alguns anos, sonhei com minha avó, que me dizia que minha missão como mãe não havia terminado. Comecei a sonhar, então, com uma filha mulher, já que só tínhamos meninos – relata Sirlei, que imediatamente escolheu o nome da futura filha, Nikoli

O afastamento da Seicho-No-Ie e o retrocesso na vida – De acordo com Sirlei, depois de oito anos afastados da Seicho-No-Ie, ela e o marido começaram a perceber que o retrocesso, em todos os sentidos, era grande na vida da família.

– Voltei a ir para a Academia de Santa Tecla, encorajada pelos filhos, que haviam participado de um seminário para jovens – conta Sirlei.

De volta às práticas, veio a inspiração para que o marido tentasse reverter a vasectomia. Mas 15 anos depois de feita a cirurgia, segundo os médicos, as chances de sucesso da reversão eram quase nulas. Seis meses depois, Antônio fez o primeiro teste para verificar se podia ter filhos novamente: não, a resposta foi negativa. Tecnicamente ele não poderia mais engravidar a esposa.

“Vem, Nikoli, pois está tudo pronto para a sua chegada” – Era assim que Sirlei e sua família diziam após cada final de leitura em conjunto da sutra sagrada, realizada sistematicamente a fim de pedir aos antepassados a bênção de ter mais uma filha.

– Muitos me chamavam de louca, pois agora era meu marido que não podia ter filhos. No entanto, continuei firme na fé e nas orações. Fiz Forma Humana para concepção, praticava Meditação Shinsokan e leitura de sutra sagrada todos os dias às 5 horas da manhã, e meu marido, ao participar do Seminário do Sucesso, só para homens, na Academia de Curitiba, pediu uma orientação pessoal à profa Marie Murakami, que indicou a leitura do livro Namoro, Casamento e Maternidade– afirma Sirlei.

“Veio a resposta e não me contive de emoção: eu estava grávida!” – Após constatar que estava novamente grávida, depois de tantas práticas e orações, Sirlei procurou se desapegar da idéia de que teria de ser uma menina. Sempre conversando com o espírito do filho ou da filha, durante as primeiras semanas, certa noite ela teve um sonho em que uma menina veio e lhe disse “mamãe, sou eu, a Nikoli, eu sou uma menina, a menina que você tanto esperou!”.

Para felicidade do papai, Antônio, e da mamãe, Sirlei, no dia 25 de setembro de 2006 nasceu a Nikoli, perfeitamente saudável e cheia de vivacidade.

Com uma sutra sagrada em uma mão, um livreto Meditação Shinsokan na outra e uma Forma Humana guardada na carteira, ou na bolsa, pode-se olhar nos olhos do impossível e dizer: “Ilusão, com licença que eu vou passar”. Foi o que fizeram Sirlei Lima Taufembach, antes infértil, hoje mãe de quatro filhos, e Antônio Taufembach, antes acometido de câncer, hoje com saúde perfeita, e cuja vasectomia o havia condenado a não ter mais filhos, mas hoje desfila orgulhoso com a linda filhinha, Nikoli, de quase 2 anos de idade, após engravidar a esposa pela quarta vez.

 


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