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31/10/2006
Meio ambiente e o tabagismo


Para que possamos contribuir, cada vez mais, com a preservação do meio ambiente, de acordo com a orientação do Vice-Supremo Presidente da Seicho-No-Ie, professor Masanobu Taniguchi, é necessário que tenhamos maiores conhecimentos. Sendo assim, segue abaixo o texto que está veiculado na página da internet da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. “Nos recintos onde se fuma, o ar fica poluído com substâncias tóxicas do tabaco, notadamente nicotina e elementos lesivos para o aparelho respiratório e sistema cardiocirculatório. De todas as poluições ambientais, a mais freqüente é a tabágica, que comumente atinge a 80% do total dos agentes poluidores. O grau de poluição tabágica ambiental varia de acordo com a dimensão e disposição arquitetônica dos recintos, com a aeração, com o número de fumantes e quantidade de cigarros consumidos. O padrão de ar é de nove partes por 1 milhão (ppm). Em restaurantes, no final do dia, chega a haver 1.000 partes por 1 milhão e, em recintos com fumantes, como boates, já se tem detectado vários milhares de partes por 1 milhão de monóxido de carbono. Os poluentes do tabaco dispersam-se homogeneamente na atmosfera do ambiente de tal forma que os não-fumantes posicionados próximos ou distantes dos tabagistas acabam inalando a mesma quantidade desses poluentes. Esses e outros dados revelam que todas as tentativas de limpar a atmosfera da poluição tabágica nos prédios onde se fuma são infrutíferas, como a renovação mecânica da ventilação, processos químicos e de filtração, sendo que a única saída para conseguir-se um ambiente isento dos poluentes do fumo é mantê-lo no nível zero, isto é, abolir completamente o consumo de tabaco”.

 


Circulo de Harmonia - Outubro / 2006