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07/04/2008
Jorge Airton Almeida da Cunha - Regional RS-IJUI


Meu nome é Jorge Airton Almeida da Cunha e pertenço à Regional RS-IJUI de Santo Ângelo.

No início do ano de 1998, eu me encontrava em sérias dificuldades financeiras. Já conhecia a Seicho-No-Ie há mais ou menos 5 anos, mas não era praticante assíduo. Eu desempenhava a atividade de vendedor viajante, apesar de nunca ter gostado dessa profissão. Executava-a como alternativa de sustento e busca de sucesso.

Eu trabalhava muito; saía de casa muitas vezes às 4 ou 5h da manhã, a fim de começar a vender logo no início do horário comercial, pois tinha que viajar para chegar ao início da minha rota de trabalho. Muitos empresários até brincavam que iriam me dar uma cópia da chave para abrir a loja, já que era o primeiro a chegar. Apesar disso, a minha situação financeira era desesperadora. Havia trabalhado no Paraná, e quando voltei ao R.S., trouxe dívidas junto a 3 bancos e mais cartão de crédito. As dívidas aumentavam cada vez mais, por isso eu recorria com muita freqüência aos parentes próximos para pedir empréstimos pequenos, para custear, inclusive, o combustível para trabalhar, e a alimentação. Começava a me sentir um escravo, trabalhando duro apenas para pagar dívidas e juros bancários, que não cediam.

Lembro-me, perfeitamente, do dia em que coloquei no toca fitas do carro uma fita cassete, dada de presente pela minha mãe, que se intitulava 10 dicas para prosperar, palestra gravada pelo sr. Yoshishico Iuassaca. Já ouvira antes a gravação, todavia, a situação extremamente angustiante em que vivia me fez ouvir cada palavra com muita atenção. Ouvia uma, duas, três vezes ou mais, e então percebi que, naquele momento, algo em mim mudou profundamente. Decidi, com uma firme convicção, que retomaria os estudos para passar em um concurso público, já que esse era o meu sonho desde os 18 anos.

Não foi fácil tomar tal decisão, já que o estudo para esse fim depende de dedicação integral, o que implicava diretamente em largar o emprego. Graças ao apoio da família, e especialmente da minha esposa, que teve que segurar as pontas com as despesas do lar, levei em frente a minha convicção de estudar até passar.

Diploma de curso superior eu já tinha, bem como já havia estudado muito antes, para uma dezena de concursos, sem êxito na aprovação em qualquer deles. Mas a verdade é que eu já estava sem estudar há mais de 2 anos e receava não passar, pois teria que concorrer com as pessoas que estão estudando firme há bastante tempo.

Mas tais pensamentos não tinham força para abalar a minha decisão. Eu me sentia muito forte e determinado. Então, comecei, sem delongas, a me preparar com afinco, estudando entre 12 e 15 horas por dia, a fim de recuperar o tempo perdido. Fiquei apenas com uma dúvida: quanto tempo eu precisaria estudar para atingir o objetivo, 6 meses, 1 ano, 2 anos... Parei de pensar a fim de manter apenas a fé de que Deus estava presente em todas as minhas obras, e que os meios cabiam a Ele decidir. A minha parte eu estava fazendo.

Como eu havia ganho também uma caderneta de milagres, sem nenhuma página usada, peguei essa caderneta e escrevi com uma caligrafia que quase furou a página: “Obrigado Deus porque eu já passei no concurso e já fui chamado para trabalhar. Muito Obrigado”. Escrevi assim, porque eu já tinha aprendido nos livros da Seicho-No-Ie que quando desejamos alguma coisa, devemos ter cuidado para não desejá-la de maneira errada ou pela metade, pois o que é pedido será dado, conforme a solicitação. Eu não queria apenas passar no concurso, eu queria ser chamado a trabalhar. De nada adiantaria eu passar com a classificação 10 se só tivessem 9 vagas.

Com fé e dedicação total, estudei muito e então inscrevi-me em 3 concursos. Fui aprovado nos três embora tivesse estudado apenas dois meses e meio. No concurso da Justiça Federal fiquei em 7º lugar. Assumi a vaga do concurso para Supervisor do Banrisul, onde trabalhei por 3 meses apenas, tendo ganho nesse período o suficiente para pagar as minhas dívidas. A  seguir, assumi o cargo na Justiça Federal, pude escolher onde trabalhar, e hoje estou realizado profissionalmente. Vivo uma vida feliz e confortável com minha família.

Atribuo essa vitória a Deus, que transmitiu a essas pessoas maravilhosas a Seicho-No-Ie. Com as práticas de prosperidade e amor, e comum ensinamento maravilhoso, a Seicho-No-Ie, é capaz de salvar pessoas, como no meu caso, mesmo por meio de uma simples gravação em fita cassete. Hoje sou preletor da Seicho-No-Ie, e me dedico a transmitir a Verdade maravilhosa da vida.

 


Fonte de LuzFonte de LuzFonte de Luz - Abril de 2008