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05/03/2008
Terra, planeta água


A Seicho-No-Ie, em escala mundial, é um dos grandes incentivadores de conscientização acerca dos riscos ambientais que corremos. Também na questão da água, propagamos a importância de preservação dos mananciais hídricos.

Um problema social e ecológico já anunciado por Mikhail Sergueiévich Gorbachev, último secretário- geral do Comitê Central do Partido Comunista,
é a iminente crise planetária por falta de água potável.

Um dos ícones brasileiros na luta pela preservação das águas, o autor Chico Canindé é também um reconhecido batalhador das questões hídricas. Ele é
autor do monólogo “Corre o Risco São Francisco”, interpretado há mais de dez anos pelo colaborador da Seicho-No-Ie do Brasil o ator João Ângelo Vieira, que, entre outros palcos, já mostrou o espetáculo na Faculdade de Direito São Francisco e no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, recebendo o texto e a interpretação elogios de autoridades.

Alerta – O problema é grave. De toda água do planeta, apenas 2,5% (dois e meio por cento) é de água doce, mas a maior parte dessa água se encontra em forma de gelo nos pólos, outra grande parte em reservatórios subterrâneos inacessíveis, apenas 0,75% (setenta e cinco centésimos por cento), menos de 1% (um por cento), pode ser disponibilizada ao uso humano, seja para sua alimentação, para o asseio e higiene, para o lazer e para a produção rural. E, desse volume, 0,70% (setenta centésimos por Terra, planeta água cento) também se encontra em reservatórios subterrâneos, restando, como água
de superfície, apenas 0,05% (cinco centésimos por cento), a vigésima parte de 1% de toda a água do planeta.

Consciência – Será que nos restam apenas nos barbear com a torneira fechada, lavar o carro com balde e fechar o chuveiro enquanto nos ensaboamos?
Não. Embora existam um Gorbachev e um Chico Canindé, o Brasil precisa de multiplicadores de consciência ecológica, não apenas em nome da sobrevivência da humanidade, mas como um caminho ético-religioso que nos salvará da ganância, das guerras e da sede.

Depois das guerras por petróleo, as lutas pela água – O alerta veio da Igreja Católica: as guerras deste milênio serão por água. Segundo relatórios da ONU, datados de 2000: “No ritmo atual de poluição e explosão demográfica, as perspectivas são sombrias. Em 25 anos, um terço da humanidade estará morrendo por sede ou contaminação de água. As primeiras vítimas serão moradores de metrópoles e regiões desérticas”.

Num mundo em que as pessoas querem ter mais do que têm porque querem ser mais do que são, não podemos ser extensões de coisas, nem devemos
“coisificar” pessoas, nem nosso sorriso deve ser plastificado. Desde já e daqui a 25 anos, quando nosso rosto estiver mais amorenado pelo sol, que não vejamos apenas cifrões no lugar das retinas quando olharmos no espelho. A partir de agora e daqui a 25 anos que nossos olhos se pareçam com rios
selvagens, na nossa boca tenha sempre uma palavra da Verdade “Homem, Filho de Deus”, e que no aperto de mão não sintamos apenas um pasteurizado suor frio, mas a força de um punho que prega o amor ao próximo a cada vez que se abre a torneira – e se abre um livro da Seicho- No-Ie.

A fé no dia-a-dia – É preciso abrir mais espaço para Deus neste mundo de calamidades às portas dos nossos quintais. Não falamos da fé que exclui, mas da fé que fala de amor. A fé que humaniza o outro. Muitos querem se tornar importantes sem dar importância aos outros. Precisamos de mais fé na vida. Pela fé, já se abriu um mar, mas, pela falta de amor, está-se vendo os oceanos invadindo a terra. Pela fé, a água já virou vinho, mas, pela falta de amor, atualmente a nossa água só vira esgoto.

Aprendemos na Seicho- No-Ie que é preciso depositar nós mesmos naquilo que sonhamos, a ponto de sermos capazes de, sobre os nossos sonhos, viver e morrer, chorar e cantar, mas, acima de tudo, jamais desistir. Conforme o autor Chico Canindé, que criou o termo hidrossociologia, já aceito pelas
maiores universidades do país, “a mesma água que matou a sede dos nossos ancestrais mantém a nossa vida”. Em outras palavras, caso não consigamos deixar como herança aos nossos descendentes a mesma água dos nossos antepassados, teremos cometido o maior crime da História.

Conforme o Supremo Ilustração: Isamu Araki Vice-Presidente da Seicho- No-Ie, prof. Masanobu Taniguchi, ser religioso é ser ético com as gerações
futuras.

A fluidez do espírito– O corpo humano é composto de cerca de 70% (setenta por cento) de água, e para manter- se funcionando normal e sadiamente é necessário ingerir, por dia, de dois a três litros de água limpa, saudável e potável. Enquanto generosamente somos vivificados pelas águas do planeta, o que os nossos espíritos estão fazendo para que as águas continuem a abençoar a humanidade?

Se cruzarmos os braços, daqui a 25 anos, em média, de cada três pessoas uma morrerá por problemas de falta de água, ou em razão de sua contaminação.

O ser humano não é só um acúmulo de comida e água, uma espécie de animal de engorda para um fim obscuro ou inútil. Por isso, precisamos dar maior valor aos nossos passos do que ao mais caro sapato que possamos comprar, precisamos dar maior valor à água que
consumimos do que à tarifa mensal que o nosso dinheiro pode pagar.

O caminho de preservação das águas não será feito só de economia quando ligarmos as torneiras, mas de preparo para propagar nosso valor enquanto filhos de Deus.

Nós, da Seicho-No-Ie, devemos liderar com base nos valores essenciais; fazer escolhas com base em princípios, e não no medo; na ética e não nas conveniências. Porque somente dessa forma seremos capazes de tomar decisões certas em momentos extremos – como este em que vivemos a iminência
da escassez generalizada de água.