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03/12/2007
Sintomas de autismo desaparecem em nove dias de práticas


O silêncio de Juan Carlos, de três anos e meio, tinha calado as esperanças de sua mãe. Há seis meses Isabel Cristina Aires Fracasso Amorim lutava contra as crises de fúria do filho, a incapacidade de reconhecer a si mesmo e todos os demais sintomas de autismo – seu amado pequeno só sabia chorar, isolar-se e se comunicar sem dizer palavra alguma.

Especialista diagnostica possível autismo – Juan nasceu em setembro de 1999 e, até os três anos, desfilava a saúde e os encantos de xodó da família que sempre foi.

– Foi nesse período que comecei a notar que ele era muito quietinho e não se expressava como as crianças da sua idade – descreve Isabel.

Só se comunicava com gestos, brincava sozinho, não chamava seu pai – no universo de Juan só existia Isabel. A médica especialista diagnosticou os sintomas do filho, que doeram na mãe: desordem global de desenvolvimento neurológico – autismo.

Isabel já conhecia a Seicho-No-Ie – Isabel já sabia da existência da Seicho-No-Ie e, sentindo-se diante do precipício de sua vida, decidiu praticar o ensinamento.

– Comecei a olhar meu filho como Filho de Deus e lia a sutra sagrada. Mas sentia que estava faltando algo, uma prática a mais que eliminasse a causa da minha mente – lembra Isabel.

Apesar de os sintomas continuarem, os exames deram todos negativos: clinicamente ele não tinha problema de saúde grave. Mas era só o começo.

O retardamento mental é constatado – A médica psiquiatra dera o veredicto: retardamento mental de três anos. A esta altura, era como se Juan tivesse apenas seis meses de vida. Dependente das fraldas, caminhava, mas nada dizia. De sua quietude, de repente emergia em fúria, para em seguida mergulhar num oceano de medo, fuga e isolamento.

Orientação pessoal na Regional começa a mudar a situação – A orientação pessoal solicitada na Regional RS-PASSO D’AREIA, em Porto Alegre-RS, apontou caminhos: fazer a regestação, leitura da sutra para cura espiritual e oração do perdão ao papai. – A preletora também me orientou a inscrever Juan na
Missão Sagrada e fazer Forma Humana, ao que atendi imediatamente – relata Isabel.

A mentalização de uma mãe é mais rápida que um e-mail – cruza fronteiras de países e corações instantaneamente. Porém, acionada a força curativa, era preciso aguardar o tempo necessário. A vida obedece ao seu próprio relógio, e não ao nosso. Com o passar dos dias é criada a situação mental necessária, e a constância dos atos de fé nos preenche de poder. Isabel passou a agir com uma coerência espiritual tal que suas palavras de um instante começaram a ganhar
poder para acompanhar Juan eternamente, modificando a vida dele para sempre.

Nove dias de práticas assíduas – Uma semana e dois dias depois de começar a praticar rigorosamente o que lhe haviam orientado, Isabel tomou coragem. Após terminar a leitura da sutra sagrada, aproximou-se de Juan Carlos e perguntou:

– Meu filho, tu entendes o que a mamãe está falando? Tu és Filho de Deus! Tu és tão inteligente! Nós o amamos e eu sei que tu sabes falar. Fala algo para mim, agora! – Fé daquelas de andar sobre a água, lançar os montes ou sobreviver ao deserto: nessa hora, a fé que tomara o olhar de Isabel multiplicaria pães e peixes, mas ela queria ouvir apenas as primeiras palavras do seu filho.

A salvação, sua e do outro, brota da mente que se ilumina primeiro. Nesse caso, Isabel percebeu que só ela poderia salvar os dois, e assumiu seu papel de mãe. Juan, então, olhou bem nos olhos dela pela primeira vez e disse:

– Mamãe, eu sou filho de Deus! – Ato contínuo, após declarar a própria Natureza, Juan pegou um livrinho que estava ao seu alcance e mostrou a figura de um animal para Isabel, dizendo: – Mamãe, é um macaco, né, mamãe?

Daquele momento em diante, o passado desapareceu feito névoa dissolvida pelo sol.

– A partir desse dia ele começou a aprender todas as palavras, a reconhecer as figuras e aprendeu seu próprio nome. Ele, que não dizia “oi” nem “tchau”, passou a cumprimentar a todos, inclusive seu próprio pai – conta Isabel.

Juan Carlos tem hoje sete anos e cursa a primeira série normal. Nunca mais crises nem remédios, silêncios nem gritos. Motivo de orgulho da mãe “coruja”, Juan só faz receber elogios da professora. Isabel é hoje colaboradora da Associação Local Passo D’Areia I da Pomba Branca, reunião específica de senhoras.¨

 


Circulo de Harmonia - Dezembro / 2007