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21/06/2009
Da quase falência à retomada da prosperidade: práticas da Seicho-No-Ie salvam mais uma empresa


A escola de Nadia Maria Tonini, da Regional SP-SANTANA, que atendia crianças do berçário até o 9o ano do ensino fundamental, ia muito bem, obrigado. No entanto, em julho de 2008 a situação financeira começou a dar sinais de alerta.

– Muitas pessoas, quando as coisas estão indo bem, desleixam nas práticas da Seicho-No-Ie. Foi o que aconteceu comigo. Meus pensamentos se tornaram egoísticos, na linha do “eu posso, eu exijo, não preciso de ninguém” – confessa Nadia.

Inadimplência e contas atrasadas – O dinheiro começou a escassear. Revoltada e chateada com a situação, Nadia, em vez de recorrer a Deus, passou a culpar o filho pela má administração e a tomar os funcionários por incompetentes. Em agosto foi a vez da filha, que era coordenadora pedagógica, sair da escola. Em apenas um mês, do que era uma empresa sólida e uma família unida pouco restava.

– O caos se instalou, mas eu continuava a achar que não precisava de ninguém. Fiquei sem coordenadora especialista, com uma inadimplência enorme, devendo a fornecedores e sendo ameaçada de ter a empresa levada a cartório – lembra Nadia.

Faltava dinheiro até para o básico – Diante da avalanche de situações adversas, Nadia insistia em continuar a culpar tudo e todos: a filha, que fora embora; o filho, que não soubera administrar; professores, que não se dedicavam, etc. À medida que ela permanecia com essa atitude mental, as coisas só pioravam, começando a faltar recursos até mesmo para o básico (contas de água, luz e telefone).

Nadia decide pedir orientação pessoal – Sem ter para onde correr, Nadia decidiu pedir orientação de um preletor da Seicho-No-Ie.

– O preletor Osvaldo Garrafa me disse sem rodeios: você é a única responsável por tudo isso que está acontecendo. Levei um choque, mas era pura verdade – afirma Nadia.

Oração do Perdão aos funcionários, valorização dos filhos e visualização da Imagem Verdadeira (aspecto perfeito criado por Deus) foram algumas das dicas do preletor Garrafa, que também sugeriu que ela lesse o livro Vida Vigorosa.

Nadia partiu para ação – Depois de chorar muito, Nadia secou a face e partiu para a prática. Além de fazer tudo o que havia sido indicado pelo preletor, ela começou a negociar com os fornecedores, contatar os pais de alunos inadimplentes, cortou gastos e foi participar de um importante congresso de diretores do sistema de ensino que utilizava em sua escola, a fim de se atualizar e recobrar o ânimo.

Tudo aí estava: novo ânimo, nova história. As práticas da Seicho-No-Ie, entre elas a leitura diária da “Oração para abençoar o empreendimento”, da Sutra Sagrada A Verdade em Orações, puseram em Nadia um renovado olhar sobre as coisas – e todas as coisas começaram a se fazer novas.

Tudo começou a melhorar – Nadia cercou-se de força espiritual. Buscou também a realização de Oração de Bênção e purificação do ambiente na escola e efetuou o preenchimento de 700 Registros Espirituais para a Festividade do Santuário Hoozo, com os nomes de todas as famílias dos seus alunos.

O resultado foi que até uma quantia que havia mais de cinco anos ela estava para receber acabou sendo paga. O cenário catastrófico de agosto já era completamente outro quando o calendário trouxe o mês de outubro. A filha de Nadia decidiu voltar a trabalhar na escola com o pedido de demissão de uma professora. A família estava novamente unida.

Vem a ação trabalhista – Quando tudo parecia estar se ajustando, veio mais um golpe. A professora que pedira demissão moveu uma ação trabalhista contra a escola, pedindo um valor exorbitante, valendo-se de argumentos não verdadeiros. Mas ao invés de ter uma recaída, Nadia se manteve firme em sua retomada da postura espiritual correta.

– Fiz muita Oração de Perdão a ela e desejei, do fundo do coração, que ela fosse feliz. No dia da audiência realizei a Meditação Shinsokan e senti que eu a havia perdoado. No final, a juíza percebeu o que era verdadeiro e deu uma sentença justa. Tudo havia dado certo – conta Nadia.

Escola recupera o número de alunos – Hoje a escola está novamente sólida, em todos os sentidos. O número de matriculados voltou a patamares anteriores e a saúde financeira está novamente recuperada.

– Estão sempre chegando pedidos de matrículas, até mesmo em meio de bimestre, o que não é muito comum. Os fornecedores foram todos pagos, e todos na escola, incluindo funcionários, pais e alunos, estão muito felizes. Devo tudo isso à prática dos ensinamentos da Seicho- No-Ie e à convicção de que sou filha de Deus – conclui a feliz Nadia Maria Tonini. ¨

 


Circulo de Harmonia - Julho de 2009