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09/01/2009
Cura de pneumonia após Oração Mútua assusta médica de um Pronto Socorro em Santo André - São Paulo.



Thiago Miranda Coelho - Regional SP-Santo André

Este relato aconteceu quando eu tinha apenas cinco anos de idade.

Era um feriado prolongado de quatro dias. Minha família e eu tínhamos acabado de voltar de Minas Gerais. No sábado comecei a apresentar crise de tosse e febre alta,  mas minha mãe achou melhor esperar antes de ir ao médico, para ver se melhorava.

No dia seguinte, eu continuava com as crises, então, minha mamãe percebeu que quando eu tossia me doía muito o peito e acabaram me levando ao médico. Entretanto, na época, nós estávamos sem convênio médico, então fomos ao Pronto Socorro, situado no centro de Santo André, SP.

Chegando lá, assim que entrei na sala da médica, só de me ver, ela percebeu que eu estava com pneumonia, mas pediu uma radiografia (raio X) para ter certeza. Com o resultado veio a confirmação de que eu estava com pneumonia, com metade do meu pulmão totalmente preto; por isso resolveu me internar. Porém não havia quartos disponíveis. Fui medicado com injeção chamada penicilina, para ser tomada uma vez por dia, durante mais ou menos 20 dias.

A médica perguntou ao meu pai se ele tinha condições de cuidar de mim naquela noite, até conseguir um leito no hospital. E pediu também que, se a febre aumentasse ou o meu estado piorasse, me levassem imediatamente ao hospital, ou retornassem comigo pela manhã para me examinar.

Meu pai respondeu que seguiria rigorosamente o que ela havia orientado e assim voltamos para casa.

Logo que chegamos, meus avós estavam nos aguardando.

Coincidentemente era um domingo e havia reunião na Associação da Seicho-No-Ie próxima da nossa casa. Meu pai sugeriu à minha mãe que fosse a reunião, pois não iria adiantar nada ela ficar em casa. Só que ela não queria ir, ainda estava muito preocupada com minha situação e não queria se ausentar naquele momento. Contudo, ele pediu a ela que ficasse despreocupada, porque ele e meus avós não iriam sair e me fariam companhia.

Assim ela decidiu ir. A reunião naquela noite era sobre Oração Mútua.

Minha mãe nunca tinha participado antes e não sabia como funcionava, mas, com a explicação do preletor, ela entendeu que também poderia fazer a oração em prol de alguma pessoa que não estivesse presente. Decidiu oferecê-la para o restabelecimento da minha saúde.

Em determinado momento da Oração, foi pedido que, as pessoas visualizassem somente a Imagem Verdadeira da pessoa que iria receber a oração. Naquele momento, minha mãe lembrou-se da nossa viagem a Minas Gerais, que era um lugar onde eu adorava muito. Brincava com meus primos e meus amigos, me sentia muito alegre e sempre estava me divertindo, brincando, nadando na piscina com meu pai e minhas irmãs e sempre sorrindo e feliz. Ela visualizou a cena fortemente e em nenhum momento ela deixou o seu pensamento positivo sair daquela sintonia.

Logo que a Oração Mútua se encerrou, minha mãe foi falar com a Presidente da Associação Local e contou a ela o que estava acontecendo. A presidente confortou-a dizendo que ela tinha feito a coisa certa e que agora era só entregar a Deus.

No momento em que minha mãe chegou em casa, comecei a tossir sem parar, até que vomitei bastante, desde a sala até o banheiro. Meus pais e meus avós, naquela situação, já não sabiam o que fazer; tinham entrado em desespero, até que, finalmente, eu parei de passar mal, olhei então para a minha mamãe e disse: “Mamãe, não está doendo mais nada, eu sarei”.

E realmente todo meu sofrimento tinha desaparecido e eu me senti ótimo.

Pela manhã, meu pai me levou novamente ao pronto-socorro, e a mesma médica que havia me atendido estava lá. Só de me olhar ela disse que meu estado estava melhor. Então, fomos novamente fazer o raio-x para verificar a situação do meu pulmão e para ver se ainda haveria necessidade de me internar.

Quando a médica  viu o resultado do exame disse assustada que não era o mesmo menino que o pai tinha levado no dia anterior, pois a situação do meu pulmão era perfeita.

Para ela era um milagre diante da medicina. Ela estava pasma com aquela situação, afinal, um menino que chegou passando muito mal, necessitando de internação, aparece no outro dia totalmente curado  para ela aquilo era impossível.

Como não conseguia acreditar no que estava vendo, resolveu prescrever uma série de antibióticos e repouso absoluto.

Meus pais acreditavam que não haveria necessidade de tomá-los e por isso foram procurar outro médico.

Com os novos resultados dos exames, o Dr. confirmou o que meus pais já esperavam: a cura “total”.

Agradeço a Deus, ao Mestre Masaharu Taniguchi e ao imenso amor e fé dos meus pais e familiares. Agradeço também às práticas da Seicho-No-Ie, e a esse fato que serviu para fortalecer a união da minha família no ensinamento de que o homem é filho de Deus, perfeito e maravilhoso.

Hoje, pertenço a Associação dos Jovens, sou um dirigente atuante. Muito obrigado.