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07/11/2008
Relato de José Zapater


Conheci a Seicho-No-Ie em meados de 1986. Freqüentemente um senhor de descendência oriental me presenteava com revistas da Seicho-No-Ie, “Acendedor”. De bom grado recebia as revistas e as guardava. Aos poucos, por curiosidade, fui fazendo a leitura e assim, de certa forma, começou a nascer um certo interesse e simpatia pela filosofia.

Certo dia, passando em frente à Regional SP - Aricanduva, deparei com um grupo de senhoras saindo do local. Resolvi, então, interpelá-las e perguntar como poderia freqüentar as reuniões da Seicho-No-Ie. Uma senhora bastante simpática e solícita, de nome Luiza Ortulan de Souza, identificou-se como sendo preletora, informando que seria de bom grado receber-me na Associação do bairro de Vila Rica. Logo em seguida, passei a colaborar nas reuniões como apresentador.
Naquela época eu e minha família convivíamos com preocupações relacionadas à saúde da minha filha caçula que contava com 04 (quatro) anos, pois desde os 02 (dois) apresentava febres altíssimas que causavam graves convulsões. Na maioria das vezes, as convulsões ocorriam em festinhas de aniversário, devido a seu estado emocional. Acreditava-se que era pela alegria de estar com seus amiguinhos e parentes.

Na festa de seu 5º aniversário, como de costume, estavam reunidos parentes e amigos. Na hora de cortar o bolo, ela desmaiou na mesa diante das pessoas que ali estavam. Eu e minha esposa, vendo nossa filha semidesfalecida, imediatamente a agarramos e saímos correndo em direção ao hospital. Ficou constatado que realmente o estado da nossa filhinha era bastante grave, pois estava em coma. Seus lábios estavam roxos seu corpinho quente e a febre ultrapassava os 42º graus. Diante da gravidade, fiz o Shinsokan, mentalizando a minha filha perfeita e saudável, e que o bom Pai orientasse os médicos. Minha oração foi atendida, o médico através de vários procedimentos conseguiu trazê-la de volta, a temperatura baixou vindo também a recuperar os sentidos.

Fomos orientados a passar por um neurologista, e após vários exames o especialista prescreveu que ela deveria tomar “Gardenal” pelo resto da vida.

Eu e minha esposa, através da Meditação Shinsokan e leituras da Sutra Sagrada, com muita fé, agradecemos à proteção e visualizamos nossa filha perfeita e saudável. Após um mês ministrando o medicamento, decidimos que não iríamos mais dar o remédio, o que para a medicina seria um risco. O médico, sabendo dessa atitude, disse que a responsabilidade seria toda nossa. Ficamos a observar como nossa filha reagiria e, graças a Deus, manifestou-se a perfeição de filha de Deus e nunca mais apresentou o quadro clínico que tanto nos preocupava.

Tornei-me Divulgador do Ensinamento, e quase sempre minha filha me acompanhava nas reuniões. Em uma das reuniões, após apresentar quem iria dar a palestra, fui surpreendido com a presença espontânea da minha filha no palco. Sem que ninguém esperasse, pegou o microfone e começou a agradecer a Deus e ao Mestre. Com seus tenros cinco anos de idade, disse não precisar mais tomar remédios porque era filha de Deus, perfeita, e que já estava curada, Tanto eu como as pessoas presentes, ficamos surpresos e admirados pelo fato de uma criança, espontaneamente, emitir aquelas palavras com tanta fé e convicção.

Minha filha, hoje, com as graças de Deus, é saudável, perfeita, formou-se em Análise de Sistemas, está concluindo Pós Graduação em Engenharia  de Sistemas, trabalha há mais de quatro anos na Empresa Telefônica, viajando a serviço para outros países como  Argentina, Chile e Colômbia.

Agradeço a Deus, ao Mestre Massaharu Taniguchi pelo ensinamento de que o homem é Filho de Deus, pelas infinitas graças que obtive em minha vida; passei a valorizar todas as pessoas e coisas a partir do momento que conheci esta religião maravilhosa.

Muito obrigado.