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20/10/2008
Eu ví a SEICHO NO IE NA TV


Bom dia, muito obrigado!

”Muito obrigado, muito obrigado, muito obrigado!” Essas palavras, proferidas três vezes, fizeram com que a minha vida desse uma “virada”. No ano de 2006, entrei em contato com o Programa Seicho-No-Ie da TV pela primeira vez – todos os dias acordo cedo e faço minhas orações, e meu filho que na época tinha 13 anos acordava logo depois de mim e ligava a TV. Esse procedimento atrapalhava a minha concentração. Certo dia, ao ir até a sala e ver o programa ao qual ele estava assistindo, passei a acompanhá-lo, porque entendi o despertar de sua espiritualidade. Passamos, também, a sair abraçados diariamente para ir à escola. Isso foi no mês de agosto de 2006. O meu trabalho como professor de Educação Física ia de arrasto, e a minha equipe de basquete, da qual meu filho fazia parte, precisava vencer todos os jogos que faltavam para que pudéssemos disputar os jogos finais do campeonato da categoria mirim em Santa Catarina.

Assistindo aos programas Seicho-No-Ie na TV, resolvi a partir daí agradecer todos os dias, junto com os meus atletas. depois dos treinos: “DEUS, MUITO OBRIGADO; PAPAI E MAMÃE, MUITO OBRIGADO; PROFESSORES, MUITO OBRIGADO!”. E naquele ano, após 25 anos sem nunca ter sido campeão do Estado na modalidade de basquete, pela primeira vez consegui esse feito. É maravilhoso! Entendi que a Seicho-No-Ie me dera esse título! Como forma de agradecer e contar à Seicho-No-Ie o que me aconteceu, fui para o seminário de dez dias na Academia de Santa Tecla no ano de 2007! Lá chegando e assistindo às palestras, compreendi muito mais e percebi quanto de ingratidão e falta de reconhecimento havia tido até então com meus pais e antepassados!

No seminário, lembrei-me de fatos da minha vida que certamente me impediam de ser campeão: em determinado momento da minha juventude, desisti do curso de Engenharia e mudei de cidade para fazer Educação Física, sem sequer comunicar meus pais. Fui para outra cidade e iniciei o novo curso. Somente depois de formado voltei para a casa de meus pais e passei novamente a morar lá. Comecei a trabalhar, mas, seis meses depois, aceitei uma proposta de trabalhar em Concórdia (onde hoje resido) – e abandonei novamente papai e mamãe, dessa vez comuniquei-lhes por meio de um telefonema, pedindo que compreendessem a minha decisão. E o pior de tudo foi quando resolvi casar. Eu simplesmente mandei-lhes... o convite! E, eureca!, aí estava o motivo de minha falta de prosperidade.

Assim, logo após o seminário, em vez de voltar para minha casa, fui à casa de meus pais e pedi-lhes perdão por ter sido até então um filho tão desleixado! Fui também pela primeira vez na vida visitar os túmulos de meus antepassados no cemitério, pois, por professar a religião espírita e julgar que não era necessário, nunca havia me reconciliado com eles... Aproveitei na ocasião dessa minha visita ao cemitério pedir para que consertassem alguns túmulos de meus antepassados.

Nesse mesmo ano, em 2007, com um trabalho desenvolvido voluntariamente na Escola Básica Deodoro, em Concórdia, novamente fomos campeões do Estado e vice-campeões do Brasil no Campeonato Escolar Brasileiro... Agora a equipe toda praticava o treino do riso (alegria) e a gratidão aos pais. Alegria e gratidão passaram a ser os princípios da nossa equipe! E palavras de afirmação após cada treino e cada jogo! Hoje, já não trabalho sozinho, agora temos uma associação (ACOB – Associação Concordiense de Basquete). E, para completar, passei DE VOLUNTÁRIO a receber dos pais dos alunos um salário de R$ 500,00! Após cada jogo, agradecemos por três vezes e, antes de cada jogo, proferimos palavras de afirmação: “Sou forte, sou feliz, sou capaz, sou autodeterminado, sou corajoso...”.

Nosso grito está sendo ouvido em todos os lugares onde nossas equipes se apresentam. HOJE SÃO OITO EQUIPES E TRÊS PROFESSORES. O BASQUETE SÓ CRESCE EM CONCÓRDIA. A minha situação só melhora em todos os sentidos, o meu salário aumentou, a equipe hoje possui patrocinadores que nos apóiam, os pais e os filhos aprendem a se harmonizar dentro da filosofia. NESTE ANO DE 2008, NOVAMENTE ESTIVE NA ACADEMIA DE SANTA TECLA. DESTA VEZ, JUNTO COM A CARAVANA REGIONAL E COM O MEU FILHO MAIS VELHO, MATEUS! E no último mês fui convidado para assumir a direção de uma escola de 1.400 alunos. Certamente este é um modo feliz de viver...

Muito obrigado!