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Marco Bianco

Marco Bianco (São Paulo – SP)

Bom dia, muito obrigado! Meu nome é Marco Bianco, sou presidente regional da associação dos jovens da regional SP Santo Amaro e recentemente nomeado preletor em grau aspirante.

Conheço a Seicho-No-Ie desde criança, quando frequentava as reuniões na sede central junto com a minha mãe. Minha mãe era mãe solteira e eu não tive irmãos, então literalmente sou filho único de mãe solteira. Fui criado pela minha mãe e minha avó e cresci no bairro da Consolação próximo ao centro de São Paulo. Tive uma infância simples, minha mãe era funcionária pública, trabalhava como escrevente no fórum e durante a minha infância se esforçou muito para desempenhar papel de pai e mãe. Quando fiz 11 anos de idade minha mãe casou-se com uma pessoa, que me adotou como filho me deu seu sobrenome e a quem eu passei a chamar de pai.

Pelo fato de sempre ter tido muita tristeza por não ter conhecido meu pai biológico nunca consegui me harmonizar com meu pai adotivo. Havia também uma grande dificuldade pela diferença de idade, quando minha mãe se casou com meu pai adotivo ele tinha 68 anos, era uma pessoa muito autoritária que havia passado os últimos 30 anos vivendo sozinho.

De repente fomos viver em sua casa e para mim, no começo, fui muito difícil me adaptar a essa nova rotina o tempo foi passando e nunca conseguimos nos aproximar, o que causava grande tristeza em minha mãe. Alguns anos mais tarde minha me disse que o principal motivo de ter se casado, embora amasse meu pai adotivo, foi para que tivesse um pai e para que eu tivesse um sobrenome, por isso ela ficava profundamente triste por eu não ter aceitado meu pai adotivo e me recusar a chamá-lo de pai.

Com 15 anos comecei a fazer um curso técnico em processamento de dados e desde então comecei a acalentar o desejo de empreender e assim, desde sempre todos os meus planos profissionais tinham esse objetivo, de construir uma empresa. Durante esse período, após muita insistência da minha mãe comecei a frequentar as reuniões da Seicho-No-Ie, pois minha mãe dizia que seu sonho era me ver participar das reuniões dos jovens da Seicho-No-Ie.

Comecei a empreender aos 19 anos quando montei minha primeira empresa na área de desenvolvimento de sistemas juntamente com um colega da faculdade, esta empresa durou 1 ano, após essa primeira tentativa tive outros 3 negócios, sendo o último uma loja de informática a essa altura eu estava com 24 anos de idade e passando por uma situação bem difícil, pois a empresa não estava indo bem e minha mãe que havia sido diagnosticada com câncer passava por uma momento de agravamento da doença, nesse período minha mãe acabou falecendo e eu saí da sociedade desta empresa, pois o negócio não ia bem.

De repente me vi sozinho, sem trabalho, sem dinheiro e sem família morando com meu pai adotivo que até então era praticamente uma pessoa estranha para mim, pois embora vivêssemos sob o mesmo teto há 13 anos nunca tivemos aproximação e nem sequer diálogo, enquanto minha mãe estava viva era ela quem intermediava nossos diálogos pois não falávamos diretamente um com o outro. A partir deste instante eu percebi que teria que falar com ele e como eu era adepto da Seicho-No-Ie percebi que a vida havia criado uma circunstância para que nos reconciliássemos e assim nesse momento de tristeza que nós dois estávamos passando passei a me esforçar para promover uma aproximação entre nós.

A partir deste momento também tive que procurar emprego, participei de muitos processos seletivos e sempre na reta final acabava não dando certo. Para dificultar eu não tinha uma formação convencional, não tinha uma boa empregabilidade, não falava inglês, não havia terminado a faculdade, pois havia dedicado todos os meus esforços e tempo, nos negócios que eu havia criado. Com isso o tempo foi passando e se passaram 7 meses, eu já estava ficando desesperado e então comecei a procurar emprego em funções que de fato eu não queria, em empresas que eu também não queria em lugares bem distantes da minha casa e mesmo assim eu não conseguia avançar nos processos seletivos.

Então por um momento me vi sem saída, sem saber mais o que fazer e como eu frequentava as reuniões da associação local dos jovens, comecei a dedicar meu tempo a ajudar na AL. Um dia tive a inspiração de começar a praticar a meditação Shinsokan todos os dias com bastante seriedade. Como eu tinha bastante tempo livre, praticava várias vezes ao dia e durante a meditação Shinsokan, eu pedia a Deus que me orientasse, me mostrasse o caminho. Nas minhas práticas diárias de meditação comecei a ser mais específico ainda, pedi a Deus que me desse uma ideia de como abrir um negócio, pois era essa a minha vontade.

No 7º dia de prática recebi um contato de um ex-funcionário e amigo que estava abrindo sua própria empresa e estava pedindo minha ajuda, para indicar fornecedores e clientes a ele. Senti que Deus estava agindo naquele contato, e ali existia uma orientação divina, então nesse momento me ofereci para trabalhar de graça pra ele, para ajudá-lo a abrir sua empresa, trabalhei algumas semanas com ele e indiquei todos os meus antigos fornecedores e clientes.

Após algumas semanas, trabalhando junto aos seus fornecedores, surgiu a oportunidade de começarmos a comercializar produtos de telecomunicações e esse meu amigo, sugeriu que eu tocasse esse negócio e abrisse uma empresa de representação comercial, pois ele já tinha a diretriz de sua empresa definida e então assim ele me emprestou uma mesa, um computador e um telefone em sua empresa e de lá comecei essa nova atividade, com uma representação comercial na área de telecomunicações, uma área até então desconhecida para mim. Alguns meses depois aluguei uma pequena sala de 12 metros quadrados, em uma empresa de outro amigo, que também me emprestou uma mesa e um computador e assim trabalhei sozinho nesta sala por mais de 1 ano. Quase todos os dias ao chegar na minha sala, fechava a porta, praticava meditação Shinsokan e visualizava os contratos vindo, os negócios sendo fechados e a empresa prosperando e logo após pegava uma lista de empresas na internet e começava a ligar para buscar clientes.

Nestes primeiros 2 anos foi muito difícil, muitas vezes eu conseguia com muito esforço agendar reuniões, mas não tinha dinheiro para colocar combustível no carro para visitar os clientes. Algumas vezes eu não tinha dinheiro nem para comer, como trabalhava em uma área nova a qual eu não tinha contatos, não possuía sócio nem colaboradores, tive que me esforçar muito para aprender e as primeiras vendas demoram em acontecer, mas mesmo diante de todos os obstáculos eu não parei e continuei caminhando para a frente.

No ano de 2008 decidi dedicar todo meu tempo livre à Seicho-No-Ie, e fui presidente da Associação Local dos jovens e Diretor Regional do Depto. de Jovens Empreendedores. Neste mesmo ano decidi que iria trabalhar em todos os seminários possíveis da academia de Ibiúna e assim trabalhei durante ano de 2008 em 12 seminários, entre seminários de jovens, gerais e prosperidade. Com sentimento de entrega e doação senti que minha vida deu uma guinada e tudo começou a funcionar e se encaixar de forma harmoniosa.

Depois desta imersão de 1 ano em Ibiúna consegui definitivamente perdoar meu pai biológico e agradecer meu pai adotivo. A primeira vez que voltei de um seminário de gratidão aos pais e falei para o meu pai que o amava ele ficou me olhando achando que eu havia enlouquecido, mas depois foi se acostumando porque eu passei a dizer isso várias vezes e comecei a trata-lo como meu verdadeiro pai.

Simultaneamente minha empresa foi se estabilizando e crescendo.

Este ano minha empresa está completando 9 anos, temos clientes em todas as regiões do Brasil, atuamos com empresas privadas, nacionais e multinacionais e órgãos públicos de todos os portes, atuamos com integração de soluções completas em telecomunicações e no ano passado fomos premiados pelo nosso principal fornecedor que é uma empresa americana, líder mundial no nosso segmento, como o canal de vendas com maior quantidade de clientes conquistados durante o ano de 2014 no Brasil.

Ao longo desses nove anos, todas as vezes em que passei por dificuldades na minha empresa, em que senti medo e achei que poderia dar errado, sempre procurei lembrar com o máximo de exatidão, que essa empresa não havia sido criada por mim, e sim por Deus. Que uma ideia que vem de Deus jamais pode dar errado, e pensando assim, por diversas vezes consegui criar novos caminhos e reinventar meu negócio ao longo desses 9 anos, acreditando na sabedoria Divina e que Deus estava no comando.

No ano de 2009 comecei a praticar Meditação Shinsokan e durante a meditação pedi a Deus que me conduzisse até a metade da minha alma, durante a meditação Shinsokan, eu mentalizava que essa pessoa era maravilhosa, que amava e respeitava seus pais, que possuía sentimento religioso e cozinhava muito bem. Algumas semanas depois, vim à academia de Ibiúna para participar do Seminário de Jovens Empreendedores daquele ano e durante esse seminário conheci uma pessoa, que era nutricionista aqui da academia de Ibiúna, senti mais uma vez que ali existia uma orientação divina e então começamos a namorar, dois anos depois ficamos noivos e há 7 meses nos casamos, em uma cerimônia da Seicho-No-Ie conduzida pelo preletor Osvaldo Garraffa.

Meu pai atualmente está com 94 anos, é um homem saudável e feliz, no meu casamento foi o primeiro a ir para a pista de dança e último a sair às 04h00 da madrugada, somos grandes amigos e eu sou muito feliz por poder manifestar meu amor e gratidão a ele e tenho certeza absoluta que minha mãe está muito feliz por saber que tudo deu certo e que todo o seu esforço valeu à pena. Agradeço à Deus, ao mestre Masaharu Taniguchi e a esse ensinamento maravilhoso da Seicho-No-Ie. Muito obrigado!


Thais Torres

Thaís Torres Carvalho (PA – Belém)

Em setembro de 2008 meu namorado me levou ao Seminário da Luz, e lá eu me encontrei espiritualmente, gostei muito dos ensinamentos da Seicho-No-Ie e comecei a frequentar as terças-feiras, reuniões da Pomba Branca, comecei também a ler uns livros da filosofia que meu cunhado me emprestou. Em setembro também fui ao Seminário da Prosperidade na Academia da Amazônia, saí de lá maravilhada. Nessa época eu e meu namorado estávamos desempregados, e no Seminário eu aprendi a fazer mentalizações positivas, então assim eu fiz, mentalizei o nosso casamento, filhos maravilhosos e um ótimo emprego.

Em casa comecei a fazer diariamente o Shinsokan, e percebi que as coisas na minha vida começaram a melhorar, comecei a enxergar as coisas de uma maneira diferente, e comecei a exigir menos de mim e ser menos ansiosa quanto às dificuldades da vida.

Tenho 31 anos e o meu grande sonho sempre foi casar, ter filhos e ser bem sucedida profissionalmente. Em 2009 eu e meu namorado começamos a morar juntos, e decidimos que iríamos nos casar em janeiro de 2010 e faríamos uma cerimônia de casamento pela Seicho no Ie, porém em outubro de 2009 descobri que estava grávida, no início ficamos muito assustados, pois não planejamos a gravidez, mas logo contamos às nossas famílias e todos receberam a notícia com muita alegria. Já tínhamos começado a pagar algumas despesas do casamento como salão, decoração, Buffet, mas com a descoberta da gravidez resolvemos cancelar a festa e a cerimônia para juntar dinheiro para a vinda do bebê, e resolvemos casar só no civil. A minha gravidez foi muito tranquila até o oitavo mês, quando comecei a sentir dores fortes que vinham da direção do meu ovário, liguei pra minha obstetra e ela pediu que eu me internasse. No hospital fiz vários exames para descobrir o porquê das dores fortes, fiz ultrassonografia, ressonância, tomografia e não descobri o que tinha, os médicos começaram a desconfiar de cálculo renal e comecei a ser tratada com antibióticos, fiquei 2 semanas internadas e quando estava para ter alta as dores voltaram mais fortes ainda, e junto com ela contrações fortíssimas. Minha médica já não sabia mais o que fazer, pois os remédios não estavam mais fazendo efeito, foi quando decidimos fazer o meu parto. Estava com 34 semanas de gestação e no dia 21 de abril de 2010 nasceu a Gaia, minha filha. Logo após a cesárea, a minha médica notou algo estranho que encobria o meu ovário e meu apêndice, foi quando chamou às pressas um cirurgião geral. Ele viu que meu ovário direito estava estourado dentro de mim, por isso que eu sentia essas dores fortes. O ovário foi mandando para a biópsia e o resultado só sairia depois de 20 dias. Enquanto isso, minha filha tinha nascido prematura e foi para a UTI neonatal, por isso não tive resguardo, pois todos os dias eu ia visitá-la. No princípio os médicos da UTI não me deram certeza de que minha filha sairia viva de lá, pois estava com uma bactéria no sangue raríssima e eles estiveram que estudar qual tipo de medicamento dariam a ela para combater essa bactéria, ela ficou entubada, teve pneumonia e ficou 1 semana só se alimentando de soro, enquanto isso em casa eu lia todos os dias a sutra para cura espiritual (sutra sagrada contínua chuva de néctar da verdade), levava a sutra para UTI e eu e meu marido líamos todos os dias para ela também. Depois de 20 dias saiu o resultado da biópsia e eu já nem lembrava mais dessa biópsia, minha médica me ligou e pediu para que eu viesse ao consultório acompanhada de meu marido e meus pais, achei estranho, e fui lá. Quando cheguei vi os olhos da médica cheio de lágrimas, pois ela acabou se tornando minha amiga, e ela começou a me explicar o que tinha acontecido comigo, que o ovário que estourou dentro de mim era um tumor maligno e foi diagnosticado o câncer de ovário. Ela disse que eu teria que fazer uma nova cirurgia, uma histerectomia para a retirada do outro ovário, do útero e trompas, nessa hora caí em desespero, mas não pela doença e sim porque não poderia mais ter filhos e dar mais filhos ao meu marido, mas ao mesmo tempo agradeci muito a Deus por ter me dado a felicidade de ter uma filha. Na semana seguinte fiz a minha cirurgia e a médica que me operou me disse que a cirurgia seria de grande risco por causa da anestesia, pois tinha pouco tempo que tinha recebido anestesia devido ao meu parto, mas a cirurgia foi feita e foi um sucesso graças a Deus.

Mesmo com todas essas complicações em nenhum momento me desesperei quanto à doença, tive muito apoio de meu marido, minha mãe que é espírita, meu pai, meu irmão, minha sogra, meu avós, minha família como um todo e de meus amigos. Foram retirados 26 linfonódulos de dentro de mim e todos deram negativos, isso quer dizer que não tinha metástase para outro órgão, o que nos deixou muito feliz porque o câncer de ovário se alastra muito rápido e apenas 30% das pessoas que são diagnosticadas com câncer de ovário sobrevivem, mas eu sabia que estaria entre esses 30%, pois Deus está no meu coração, porque sou filha de Deus.

Minha situação estava complicada, pois descobri a doença, e minha filha ainda estava na UTI, mas direcionei a minha atenção 100% pra ela e decidi não aceitar o câncer, comecei a fazer quimioterapia, o que me entristeceu, pois não poderia mais amamentar meu bebê. Em casa continuava todos os dias a fazer a meditação Shinsokan e a sutra para cura espiritual (sutra sagrada contínua chuva de néctar da verdade). Mentalizava eu e minha filha saudáveis, mentalizava ela no meu colo no quartinho dela. Depois de 6 dias após minha cirurgia tive a maravilhosa notícia de que minha filha tinha recebido alta da UTI, exatamente no dia de aniversário de 1 mês dela. A felicidade foi tanta e isso me deu mais forças para continuar vivendo, pois minha filha já estava em casa, linda e saudável e precisava muito de mim.

Continuei vivendo a minha vida normalmente, meus cabelos, sobrancelhas, cílios e todos os pelos do corpo caíram devido a quimioterapia, fiquei com uma cicatriz enorme na barriga, e quando eu começava a ficar pra baixo meu marido dizia que eu estava cada dia mais linda, ele foi meu grande alicerce, vivia me fazendo lindos elogios, me acordava todos os dias com café na cama, e como ele sempre foi cabeludo falou que iria raspara a cabeça pra me dar mais forças, mas eu não deixei ele fazer isso porque acho ele muito lindo com esse cabelão. A quimioterapia nos deixa irritada, mal humorada, depressiva, e a cada aborrecimento meu, aí que meu marido me tratava melhor ainda, se dedicou 100% a mim, até recusou trabalho, pois estava desempregado, para cuidar melhor de mim e de nossa filha.

Eu levei minha vida normal, comia de tudo, frequentava todos os lugares e as pessoas que me encontravam na rua, meus amigos não acreditavam que eu estava tão tranquila e tão positiva, alguns me ligavam chorando e eu que tinha que consolá-los. Fiz 6 seções de quimioterapia, o que durou 5 meses, mas sabia que eu já estava curada, pois sempre manifestei minha imagem verdadeira. Assim que acabou o tratamento fiz vários exames e os resultados foram excelentes, pois essa ilusão fenomênica não existia mais na minha vida.

Hoje compreendo porque a ilusão se manifestou em minha vida. Antes de conhecer a Verdade, eu vivia reclamando de tudo, era muito insatisfeita, nada para mim estava bom, tudo tinha que ser do jeito que eu achava que seria o certo, vivia discutindo com meus pais por conta disso, por isso que esse acúmulo de energia negativa se criou dentro de mim e formou o tumor. Hoje sou uma pessoa muito mais feliz, pois renasci e comecei a dar valor a coisas pequenas que nem sempre ligamos e melhorei muito minha ansiedade. Fiz muita oração do perdão para meus pais e antepassados. Analisando tudo que aconteceu vi que minha filha veio a este mundo para salvar minha vida, pois seu eu não tivesse engravidado talvez não estivesse aqui relatando essa história a vocês. Agradeço a Deus, aos ensinamentos do Mestre Masaharu Taniguchi, aos meus antepassados pela proteção, à minha linda filha Gaia que foi a minha grande força, ao meu marido que esteve sempre ao meu lado, à fé de minha mãe, aos meus familiares, aos meus amigos, e a todos que estiveram ao meu lado, muito, muito obrigada!


Emerson Werneck

Alberto Emerson
Werneck Dias

Muito obrigado por mais esta oportunidade de manifestar minha gratidão pelas grandes bênçãos que este ensinamento me trouxe! Já tive dois relatos publicados no programa SNI na TV: um sobre como a SNI salvou a minha vida e outro sobre como multipliquei minha renda em 634% após aumentar minhas contribuições para a Missão Sagrada. Este novo relato eu estava guardando desde meu  início no Movimento; acredito que seja este o momento de revelá-lo, pois sinto que estou prestes a alçar novos e maiores voos.

Pois bem, logo que iniciei, minha amiga Kenya Martins (que depois se tornou Presidente da SNI no Reino Unido) me disse que eu precisava fazer o Ciclo da Prosperidade. Ela disse: não me pergunte por quê nem como é. Esteja no Othon Palace no sábado que vem, que você terá maiores detalhes.

Era tanta a sua convicção e tanta a confiança que eu tinha nela, que eu fui lá no dia marcado, e a recepcionista me disse que o preço estava em torno de quatro vezes o meu salário na época, mas que era um investimento do qual eu não iria me arrepender, pois aprenderia a prosperar em todos os aspectos, e aquele valor se tornaria irrisório. Nas primeiras aulas, aprendi a fazer meu projeto prosperidade, em que coloquei claramente o seguinte: mudar de Belo Horizonte, dobrar minha renda, passar em algum concurso e morar sozinho. Naquela época, o preletor Heitor Miyazaki havia me dito que problemas na região das nádegas era sinal de insatisfação com a situação ou o local atual, e eu estava mesmo muito insatisfeito com o meu emprego na época, onde era gerente em uma empresa familiar, mas ganhava muito mal e brigava com todos os funcionários e com os chefes, e estava com foliculite. Resolvi visualizar um emprego que valorizasse meus conhecimentos, onde pudesse anular meu ego, que pudesse manifestar mais amor a minha pátria, e que pudesse ser promovido de acordo com minha capacidade.

Meu colega falou sobre um concurso que haveria e que ele achou que era a nossa cara. Fiz a inscrição, mas nem li o edital. Dois meses depois, ele me ligou e me perguntou: já sabe onde vai fazer as provas?” Então percebi que havia passado esse tempo todo lendo a coleção "A Verdade da Vida" e não tinha estudado nada para os exames, e pensei “Se tiver que ser para mim, Deus vai mandar um sinal”. No dia da primeira prova, era uma interpretação de texto sobre filosofia, da Marilena Chauí, e começava assim: “Olhe à sua volta. O que você vê é o mundo real?”. Resultado, passei! E desde então trabalho na Presidência da República, onde tive sucessivas promoções, tive que anular meu ego, e venho manifestando meu amor à pátria, através de minha formação de tradutor e jornalista, o que me permitiu alugar e depois comprar minha casa própria.

Agradeço a Deus e a SNI mais estas grandes conquistas e tenho certeza que mais e maiores virão.


Luiz e Lorena

Luiz e Lorena

Sou Luiz Augusto, tenho 22 anos e natural de Uberlândia (MG). Há dois anos me mudei para São Paulo, capital, para realizar um sonho, que era trabalhar na Associação dos Jovens da Seicho-No-Ie (AJSI), na Sede Central. Tomei esta decisão, pois foi na AJSI que descobri minha missão neste mundo e quero até o último dia da minha vida dedicar-me à Seicho-No-Ie.

Quando me mudei para São Paulo transferi minha faculdade – cursava Letras na Universidade Federal de Uberlândia –, e quatro dias antes de me mudar, comecei a namorar minha verdadeira metade da alma, uma líder da Seicho-No-Ie, a Divulgadora Lorena de Castro Peixoto de Lima Leal. Por ter muita mágoa de meus pais, que não chegaram a se casar, e também por me sentir culpado, atraía fatos ruins e era uma pessoa complexada, tímida e medrosa. Isso influenciava meus relacionamentos. Meus namoros duravam 2, 3 meses; era algo que me doía, pois achava que nunca encontraria minha verdadeira metade da alma.

Desde os meus 15 anos era apaixonado pela Lorena. Até tentei namorá-la anteriormente, mas ela dizia que éramos amigos e que não daria certo. O tempo passou e cinco anos depois tentei novamente, desta vez com sucesso. Começamos a namorar no dia 29 de abril de 2013 e no dia 2 de maio me mudei para São Paulo. Apesar de ter me adaptado bem, no começo foi difícil conviver com a distância da minha família e da Lorena. Mas o amor supera tudo, até a saudade.

Passou-se um ano e no dia 10 de maio de 2014 nós noivamos e marcamos a data do nosso casamento: 2 de maio de 2015. Começamos os preparativos e com eles surgiram desafios, mas todos foram resolvidos e nosso casamento foi perfeito. Porém, havia algo importante que não estava resolvido: onde moraríamos. Havia começado as buscas, mas devido à procrastinação, que é deixar para depois, decidi esperar para mais perto da data do casamento. Definimos que iríamos alugar um imóvel, mas ainda faltava a localização. Como em São Paulo as distâncias são maiores, o ideal seria morar próximo ao Jabaquara, que é onde trabalho, mas o valor do aluguel estava alto. Então, decidi esperar mais, e continuei pesquisando. No entanto, quanto mais o tempo passava, mais ficava preocupado. Foi quando tive uma conversa com o Presidente da Associação dos Jovens, o Preletor Regis Yoshio Shimanoe. Ele me perguntou como estavam os preparativos do casamento, e eu respondi que os preparativos do casamento estavam indo bem, mas faltava o principal: a casa. Então, o Presidente Regis questionou: mas Luizinho, como você quer casar, trazer sua esposa para São Paulo, e não tem um local pra vocês morarem? Foi uma chamada de atenção, pois estava esperando que “algo caísse do céu”.

A partir deste momento intensifiquei minhas práticas e fiz um propósito: vou orar aos meus antepassados todos os dias! Estava em falta com eles, então, decidi que iria fazer uma maratona de leitura de sutras de 49 dias para eles. Porém, após estes 49 dias, continuaria a orar para eles, em sinal de gratidão, pois sei que não podemos orar “somente quando as coisas apertam”. Temos que orar sempre, todos os dias, independente de qualquer coisa; não para pedir, somente para agradecer. E todos os dias, diante de meu oratório, agradecia aos meus antepassados pela minha vida e por já ter conseguido um ótimo apartamento, bem localizado, próximo ao trabalho, com um preço dentro das condições, enfim, da forma como precisávamos.

Intensifiquei também as buscas. Comecei a olhar apartamentos em todos os sites de busca e ia sozinho em todos os intervalos visitar apartamentos. Olhei apartamentos em muitos bairros de São Paulo. Na conversa com o Presidente Regis, ele disse que deveria me esforçar, anotar as placas de “aluga-se”, ligar e visitar o maior número possível de apartamentos. Visitava, ligava, pesquisava na internet e compartilhava com minha esposa. Ela fazia também todos os dias oração para os antepassados; juntamos nossas forças.

Os 49 dias de oração terminariam dia 12 de abril de 2015, bem na Festividade do Santuário Hoozo do Brasil. E determinei que antes desta data estaria com a chave do apartamento. Sempre orando e agradecendo, todos os dias visualizava nosso apartamento, próximo ao trabalho. E então, andando perto da Sede Central, vi um prédio com uma placa de aluga-se. Liguei na imobiliária, mas eles não tinham informações sobre o imóvel. Fiquei apaixonado pelo prédio, pois era a 400m da Sede Central. Olhei apartamentos em bairros distantes e outras cidades, mas minha mente estava voltada para algo próximo da Sede, mesmo o valor sendo alto, sentia que conseguiria algo dentro das minhas condições. Então, olhando um site de imóveis, achei o apartamento que vi próximo à Sede. Liguei, consegui informações e fui visitá-lo. Peguei uma chave qualquer do apartamento e era a chave da porta da entrada, ou seja, abriu de primeira. Quando entrei, eu senti, é aqui!

Enviei as fotos para a minha esposa e definimos que seria este. Juntei a papelada, dei entrada na imobiliária e no dia 20 de março de 2015 minha documentação foi aprovada. Na semana seguinte já estava com a chave. Hoje estamos muito felizes morando neste apartamento. Graças à Seicho-No-Ie e ao meu trabalho na AJSI, conseguimos realizar nossos objetivos. Avancemos rumo aos nossos sonhos, fazendo acontecer, orando sempre para os nossos antepassados, crendo sempre na vitória infalível! Muito obrigado!


Shyrlei

Shyrlei

"Eu era uma pessoa muito radical, achava que as coisas giravam em torno das minhas vontades. Sempre tive bons empregos, ótimos salários e mesmo assim não me sentia realizada. Conheci a Seicho-No-Ie através de uma antiga Revista que minha tia deixava em casa: Acendedor. Fui trabalhar no Japão e, com nosso retorno ao Brasil, ficamos quase um ano sem exercer nenhum trabalho, eu buscava uma oportunidade profissional junto ao meu marido.

Alguns anos depois, morando em Londrina-PR, todos os dias eu passava em frente a uma Regional da Seicho-No-Ie ao levar minha filha ao colégio, e me lembrava de tantas coisas boas que lia naquela revista. Tomei a atitude de participar da Associação da Prosperidade, que é uma reunião para empresários e profissionais liberais da Seicho-No-Ie. A cada encontro tirava minhas dúvidas e descobri que era "herdeira de todas as dádivas de Deus".

Através de uma orientação pessoal (aconselhamento com um preletor da Seicho-No-Ie), a preletora sugeriu que realizássemos orações em memória aos antepassados de nossa família. Fomos orientados para que minha cunhada, que havia falecido tragicamente, fosse inscrita no Santuário Hoozo, para receber orações. Na mesma semana que estávamos praticando as orações, encontramos uma oportunidade profissional através de um anúncio no jornal para adquirir a concessão de uma lotérica. A partir daí, iniciamos nosso trabalho sempre aplicando os ensinamentos da Seicho-No-Ie. E a nossa lotérica que estava no último lugar da classificação da cidade, passou para o terceiro lugar. Tudo se transformou após a prática de Oração em Gratidão aos Antepassados. Desde então, nossa vida tem prosperado mais e mais. Muito Obrigada!"


Thailise Azevedo

Thailise Azevedo

A enfermeira Thailise Azevedo da Fonseca, brasileira, moradora de Caxias do Sul-RS, participou do Encontro Nacional na Academia de Treinamento Espiritual de Ibiúna-SP, e nós deixou seu relato:

"Durante a minha infância e até aproximadamente meus quinze anos, tive brigas terríveis com meu pai, em determinado momento descobri que meu pai havia me rejeitado, durante a gravidez. Em uma dessas brigas ficamos sem nos falar por dois meses, morando na mesma casa.

Então eu resolvi participar do Seminário de Gratidão aos Pais na Academia da Seicho-No-Ie. Neste Seminário tomei a decisão de me reconciliar com meu pai. Em uma das atividades do Seminário, fui orientada a escrever uma carta ao meu pai. Nessa carta, escrevi tudo o que gostaria de dizer a ele e que não tinha coragem, o quanto o amava e lhe pedia perdão pelos maus atos cometidos até então. Lembro-me que chorei durante todo o Seminário.

Quando cheguei em casa não tive coragem de entregá-la, então coloquei a carta embaixo do travesseiro dele.

E naquela noite continuei a praticar a Oração para Perdoar, que nos foi ensinada durante o Seminário.

Na manhã seguinte meu pai e eu acordamos com um semblante transformado nos abraçamos e desde então nos harmonizamos e vivemos uma vida feliz. Muito Obrigada!"


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