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Dependência química é superada com práticas da Seicho-No-Ie


“Batismo” de anji­nhos abortados e envio de registros espirituais para a Festividade do Santuário Hoozo foi uma das orientações que surtiram efeito

– Não havia dinheiro que chegasse. Meu filho já havia gastado cerca de R$ 80 mil em pouco mais de um ano. Um dia, ele solicitou uma reunião de família e pediu ajuda. – Assim a senhora Maria Helena Garcia inicia a narrativa da descoberta que caiu como uma bomba no meio do seu lar. Diante de todos, seu filho confessou: sou dependente químico. Corria o ano de 2006.

“Meu filho não é meu!” – Hoje divulgadora da Seicho-No-Ie, Maria Helena também atua como presidente da Associação Local Horto Sagrada Família, da regional MG/BH-Paraíso, na capital mineira, Belo Horizonte. Mas o ensinamento “Homem-Filho-de-Deus” tornou-se, para ela, mais do que um compromisso espiritual. Trata-se de um viver religioso que ela compartilhou com todos ao ter seu relato escolhido para o Seminário da Luz realizado no dia 30 de agosto de 2009, quando ela emocionou a todos.

– Quando meu filho deu a notícia, imediatamente procurei ajuda, mas a psicóloga foi direta: não há cura, só melhora. Retruquei, dizendo: “meu filho não é meu. Ele é filho de Deus e já está curado”. – Conta Maria Helena, que abandonou a consulta enquanto a especialista a olhava em silêncio, com um sorriso amarelo nos lábios.

O rapaz acabou sendo internado em uma clínica de recuperação.

 

“Como mãe, neguei a insegurança e afirmei, com convicção: ele é filho de Deus, perfeito e saudável”.
(Maria Helena Garcia)

A orientação – Orientada a procurar o preletor Ceueti Nakano, supervisor doutrinário da regional (maior autoridade da Seicho-No-Ie de uma determinada área de divulgação), ele perguntou a ela se havia abortos na família. Havia vários casos de espontâneos e um que tinha sido provocado.

– Eu havia usado diu por oito anos, apesar de ter a informação de que ele poderia ser abortivo. – Revela. Até hoje, o Dispositivo Intra-uterino, ou diu, é alvo de controversas discussões sobre seus efeitos contraceptivos.
A Seicho-No-Ie ensina que as almas que foram ceifadas da vida terrena de forma abrupta e precoce sofrem no mundo espiritual, e, enquanto não são reconhecidas, emanam, inconscientemente, vibração que gera sofrimento à família, numa espécie de pedido de socorro.

O “batismo” – O preletor Nakano orientou que ela praticasse a Meditação Shinsokan e anotasse possíveis nomes que viessem à mente. A seguir, ela deveria preencher 10 registros espirituais para cada nome. O “batismo”, ou reconhecimento, estaria completo e libertaria os anjinhos abortados com o envio dos registros para a Festividade do Santuário Hoozo. Maria Helena preencheu e enviou 210 registros.

As práticas – Paralelo a isso, o núcleo dos esforços dela tornou-se a oração. Maria Helena inscreveu o filho no Culto Perpétuo (mesmo em vida, as pessoas passam a receber orações diárias), Forma Humana (o inscrito recebe várias orações todos os dias), transcrição da Sutra Sagrada Contínua Chuva de Néctar da Verdade (Sutra para Cura Espiri­tual), Oração de Gratidão aos An­tepassados diariamente, preen­chimento de Caderno de Elogios e foi visitar o túmulo do pai dele, já que ela já era viúva nessa época.

A fuga – Se a força da maternidade está na prece e se no olhar da mãe está a chave de nossas almas, algo tinha de acontecer diante de tantas orações. E aconteceu, mas não exatamente aquilo que Maria Helena esperava. Após três meses de internação, a coordenação da clínica ligou e disse que o filho dela havia fugido.

– Fiquei super insegura. Mas como eu tinha a convicção de que ele é filho de Deus, perfeito e saudável, neguei a insegurança e o acolhi. Ele disse que estava curado e eu acreditei. – Conta.

Nunca mais – Lá se vão mais de três anos e nunca mais o filho dela tocou em entorpecentes. A família abriu uma empresa prestadora de serviços e estão todos felizes.

– Continuo fazendo as práticas. Meu filho se casou. Quero agradecer também à minha nora, pois além das orações, a união de mãe e esposa trouxe a vitória infalível para ele. – Encerra a divulgadora Maria Helena Garcia.

 

 

 






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